
Se alguém me tivesse dito há alguns anos que meu livro estaria tanto no Le Monde quanto no Le Figaro na mesma semana, eu nunca teria acreditado. Foi incrível abrir o jornal enquanto estava na França — com uma tarte aux abricots na mão — e ver isso.
Muito obrigada à jornalista pela entrevista — foi muito divertido conversar sobre chá imaginário (conversamos tanto que nunca chegamos a encomendá-lo!) enquanto estava em um Paris gloriosamente ensolarado há algumas semanas para o primeiro lançamento do livro em francês.
Conversamos sobre tudo, desde background familiar e ausência de tiaras, até como e por que deixei meu trabalho na cidade para viajar por todo o mundo procurando peças do quebra-cabeça do passado, até por que demorou tanto depois da edição em inglês para Les Cartier finalmente ser publicado no país onde a história começou. (A versão curta: me foi dito no início que se quisesse publicar em francês, teria que ser 40% mais curto porque os franceses não gostavam de livros mais longos.)
Não é preciso dizer que recusei — não fazia sentido para mim e nem conseguia imaginar cortar tanta história — e fico muito feliz de ter esperado porque a editora perfeita apareceu no final. Um grande obrigada ao Les Arènes e Five Continents Editions por acreditarem no livro exatamente como o escrevi.
Na verdade, para Les Cartier até conseguimos incluir mais algumas histórias e imagens relacionadas a Paris. O próximo parada do tour do livro é a Suíça — ansioso para talvez ver alguns de vocês em Genebra.
Este artigo foi traduzido do inglês. Ler o texto original em inglês