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Rainha Mary

Rainha Mary, consorte do Rei George V, foi uma cliente significativa da Cartier e uma formidável colecionadora de tiaras e joias reais no início do século XX.

· · 241 palavras · 1 min de leitura

Rainha Mary (Mary of Teck, 26 de maio de 1867 – 24 de março de 1953), consorte do Rei George V, estava entre os mais significativos clientes reais da Cartier Londres no início do século XX. O seu apetite por tiaras e o seu interesse em peças com proveniência histórica fizeram dela uma figura notável na rede de clientes aristocráticos que sustentava a filial de Londres.

O Delhi Durbar e a Cartier

Rainha Mary acompanhou o Rei George V ao Delhi Durbar de dezembro de 1911, a única ocasião em que um monarca britânico reinante visitou a Índia para uma cerimónia de coroação. Jacques Cartier esteve presente no Durbar, e o evento situa-se na interseção das ligações reais da firma e do seu aprofundado envolvimento com pedras preciosas e clientes indianos.

A Tiara Vladimir

Entre as aquisições mais estudadas da Rainha Mary estava a Tiara Vladimir, originalmente feita para a Grã-Duquesa Vladimir pelo joalheiro da corte russa Bolin. A tiara foi comprada à filha da Grã-Duquesa em 1921. A peça possui proveniência Romanov e continua a ser uma das tiaras historicamente mais complexas na coleção real britânica.

O instinto colecionador da Rainha Mary estendeu-se muito além da Cartier, mas o papel da firma em várias das suas aquisições mais proeminentes a coloca firmemente dentro da história de clientes da Cartier do início a meados do século XX.

Fontes

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