
Adorei mergulhar na vida de Jacques Theodule Cartier em uma entrevista com "Property of a Lady" da Juncker Capucine. O mais jovem dos três irmãos, Jacques era um artista de coração que dirigiu a filial londrina durante os anos 1920. Mas seu trabalho o levou ainda mais longe.
Viajando com sua esposa Nelly, ele atravessou o mundo (sem aviões, isso envolvia barcos, carros, trens, até burros). De Nova York a Paris e do Egito à Índia (como nesta foto), Jacques estava sempre em busca de gemas preciosas, 'apprets' e novas ideias — nunca copiando, apenas criando.
O resultado foram joias únicas como esta broche de Renascimento Egípcio onde um antigo busto de faiana esmaltada verde da deusa Sekhmet (datando de c. 700 AC!) é atualizado para a mulher elegante dos anos 1920 (adorei o céu de lápis-lazúli cintilando com estrelas de diamante).
E 100 anos depois, aquele mágico mix de antigo, exótico e Art Deco que Jacques e seus irmãos colocaram em destaque ainda está em demanda: quando esta broche Cartier London foi a leilão na Sotheby's em 2013, superou em muito sua estimativa de $300–500k, sendo vendida por mais de um milhão de dólares.
Este artigo foi traduzido do inglês. Ler o texto original em inglês